Quinta-feira, Agosto 16, 2007
Desesperadas
O nome da versão da Rede TV de Desperate Housewives diz tudo sobre o seriado e as atuações do elenco de atrizes brasileiras: desesperadas. Desesperadas por copiar, mas sem talento para interpretar.
É desesperador ver Wisteria Lane virar Arvoredo, um tranqüilo bairro de classe média, que fica na cidade fictícia
Nova Vista...
É desesperador ver um bairro tipicamente americano com carros fabricados no Brasil e comuns aqui trafegando de lá pra cá...
É desesperador ver as vozes dos adolescentes e crianças da série dubladas como fazem as versões estrangeiras no Brasil. A Julie, por exemplo, parece do além. Dá medo...
É desesperador ver a Lucélia Santos fazendo a mesma cara de desamparada sem expressão em todas as cenas tentando imitar a Teri Hatcher, dá dó...
É desesperador ver o André Mauro no papel do James Denton, pois o ator brasileiro tem jeito, trejeito e cara de gay... Tão diferente do Mike Delfino original...
É desesperador ter a Sônia Braga narrando a série, pois as sarcásticas sacadas legais da série somem na voz sonsa dela, que mais parece acabar de ter acordado e estar numa preguiça tremenda...
É desesperador ver uma puta série dessas virar lixo na mão de produtores latinos...
A única que salva no remake é Viétia Zangrandi como Elisa Fernandes ou a Bree, vivida por Marcia Cross, na versão americana. A atriz até que está bem no papel de mãe e dona-de-casa perfeccionista obsessiva.
Mesmo assim acho que não passa da primeira, e que Deus queira, primeira temporada!!!
Desesperadas
O nome da versão da Rede TV de Desperate Housewives diz tudo sobre o seriado e as atuações do elenco de atrizes brasileiras: desesperadas. Desesperadas por copiar, mas sem talento para interpretar.
É desesperador ver Wisteria Lane virar Arvoredo, um tranqüilo bairro de classe média, que fica na cidade fictícia
Nova Vista...
É desesperador ver um bairro tipicamente americano com carros fabricados no Brasil e comuns aqui trafegando de lá pra cá...
É desesperador ver as vozes dos adolescentes e crianças da série dubladas como fazem as versões estrangeiras no Brasil. A Julie, por exemplo, parece do além. Dá medo...
É desesperador ver a Lucélia Santos fazendo a mesma cara de desamparada sem expressão em todas as cenas tentando imitar a Teri Hatcher, dá dó...
É desesperador ver o André Mauro no papel do James Denton, pois o ator brasileiro tem jeito, trejeito e cara de gay... Tão diferente do Mike Delfino original...
É desesperador ter a Sônia Braga narrando a série, pois as sarcásticas sacadas legais da série somem na voz sonsa dela, que mais parece acabar de ter acordado e estar numa preguiça tremenda...
É desesperador ver uma puta série dessas virar lixo na mão de produtores latinos...
A única que salva no remake é Viétia Zangrandi como Elisa Fernandes ou a Bree, vivida por Marcia Cross, na versão americana. A atriz até que está bem no papel de mãe e dona-de-casa perfeccionista obsessiva.
Mesmo assim acho que não passa da primeira, e que Deus queira, primeira temporada!!!
Domingo, Agosto 12, 2007
Dia dos pais
Semana passada, uma colega de trabalho me perguntou o que eu havia comprado de presente pro meu pai, que deveria ser dado na data de hoje.
Respondi, "uma vela".
Outro colega emendou, "eu também, a minha é roxa".
Quase morremos de rir. Explico: não temos mais nossos pais aqui, eles já se foram há alguns anos pro andar de cima.
Gafe dela que valeu boas risadas...
Dia dos pais
Semana passada, uma colega de trabalho me perguntou o que eu havia comprado de presente pro meu pai, que deveria ser dado na data de hoje.
Respondi, "uma vela".
Outro colega emendou, "eu também, a minha é roxa".
Quase morremos de rir. Explico: não temos mais nossos pais aqui, eles já se foram há alguns anos pro andar de cima.
Gafe dela que valeu boas risadas...